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Tati&Arte&Manha Já está definida a forma como queres aparecer e ser visto/a? Quando perguntaram ao professor PAULO FREIRE como ele gostaria de ser lembrado, ele respondeu: "(...) Gostei desta pergunta e a partir de agora vou fazê-las às outras pessoas, também. (...) Eu gostaria de ser lembrado como um sujeito que amou profundamente (...). Se perguntado/a, qual seria a sua resposta a esta pergunta?

Dica no. 3 - Direção de Arte

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Tati&Arte&Manha Como tornar-se um diretor de arte?  Secretaria Municipal de Cultura - Escola de Espectadores de Porto Alegre- 2016 Liv Ullman, em entrevista a Edney Silvestre ... (...) Sou uma ótima espectadora. Acho que um bom diretor é um bom espectador. Adoro ser uma espectadora (...)" (2003) 

Livros de Artista no Brasil

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Tati&Arte&Manha O professor Paulo da Silveira (2005) nos informa, lato senso, que o artista brasileiro está definido como categoria, e nela, a produção de livros de artista é relativamente pequena, embora as categorias deste sejam várias: obras eminentemente gráficas, obras plásticas, revistas, page art, performances, instalações, cuja inserção no contexto mundial se produz pelo exercício múltiplo da poética visual e da arte postal, bem como os livros únicos. No caso brasileiro, o barroco-rococó sul americano (arcaísmo colonial) foi sendo substituído pela ordem acadêmica européia francesa modelar até o modernismo brasileiro, em 1922, quando o criador local se somava à cultura européia a ser deglutida pela ausência de inquietações criativas e de criação de linguagens próprias no anseio da urbanidade, que, junto às identidades regionais formatou burgueses críticos e bem-humorados com trânsito entre Brasil e Europa, possibilitando também a flexibilização do espaço e...

espaço do artista 6 - Tocando em Frente

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Um dos exemplos do centro-oeste brasileiro de hoje em dia: nas palavras do próprio artista é viver entre paixões, neste caso "entre as canções e a pecuária" (inspiração). O trato da terra e a criação dos animais no centro-oeste foi resultado do esgotamento das minas que oportunizaram o comércio do Grão-Pará ao Mato Grosso, ocupando nas novas atividades ex-comerciantes, ex-monçoeiros e ex-sertanistas. Estes chegaram à 1960 fazendo eco à proposta descentralizadora de Brasília, também através das artes, muito centradas, preocupadas com a integração social, a desintegração do indivíduo e a alienação cultural, positivistas na observação/comparação/experimentação dos universos amazônicos associados num espírito uni-selva, onde o Pantanal era considerado o condensador das vertentes da Bacia do Prata e a fixação do homem pelo boi chega às suas vestes. Fiéis parceiros dos jesuítas em suas andanças mato a dentro, deles foram sempre independentes em sua fidelidade às duas Cor...

espaço do artista 5 - Espíndola, a família italiana nas artes

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A inesquecível atuação do centro-oeste brasileiro na MPB. Vencedora do Festival dos Festivais da Rede Globo em 1985, com a canção "Escrito nas Estrelas" composta pelo marido Arnaldo Black em parceria com o também compositor Carlos Rennó. Eles são os pais de Dani Black (1987) reconhecido na nova geração MPB. Tetê é irmã de um dos expoentes da pintura mato-grossense, Humberto Espíndola. Família caprichando para dar sua contribuição na cultura popular e colocando as cidades da região no mapa. Os Espíndola, família de origem italiana que passou a Portugal vinda da Espanha, chegou ao Brasil depois de registrar armas em Portugal, concedidas pelo Rei Dom Manuel em Carta de 1513. Humberto, com sua "Bovinocultura" (1967) chegou às bienais de São Paulo (1971) e Veneza (1972), com suas "environmental arts", e tomando a frente do museu-ação (sem sede), o MACP _ Museu de Arte e de Cultura Popular, onde o fenômeno da arte contemporânea - sua leitura, liberdades d...

espaço do artista no.4 - um pouquinho mais de ilustração...

Nas discussões sobre a ilustração, atualmente se insere a fotografia, agora não mais considerada um fim, mas um meio a ser usado dentro das novas técnicas de ilustração. Resultado dos apontamentos feitos sobre o modelo natural, a fotografia, ilustra dentro de linhas gráficas, outra tendência, que permite estudo a lápis para a ilustração. Ora são capas na construção da figura simbólica que o tema exige, noutro momento são cartazes, com a missão de atrair e que têm como base a foto e vários estilos como a caricatura. Os artistas também são inúmeros, representando cada tendência: Ayrton Thomaz (desenho bem humorado com observação de tipos e lugares) Armando Moura (publicidade, ilustração com estilos de pintura) Benício (anatomia e expressão) Calixto (fotografia, ilustração e publicidade) Edmar Salles (preocupação plástica) Inácio Justo (conquista do espaço) Ivan Wasth Rodrigues (temas históricos brasileiros, ilustração em aguadas) José Lanzellotti...

Dicas no.2

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Tati&Arte&Manha Vamos assumir certas verdades, assim como diz o estilista e professor de história João Braga, quando afirma  "Falar de perfeição é pretensioso, uma vez que esta é divina.  Todavia, cada momento tem sua verdade,  portanto esta verdade momentânea torna-se perfeita para relatar o contexto histórico de um período,  servindo de documento identificador e referência de uma época." E há quem concorde com ele. Uma delas é Regina Zilbermann, principalmente quando se fala em leituras na época das releituras. Essa manifestação ocorreu num recente evento sobre bibliotecas, na Assembléia Legislativa do RS, onde os convidados eram recebidos com sementes de girassol dentro de saquinhos rústicos para serem plantadas. Justo o girassol que representa tantas culturas e tantos usos. Foi a partir dos anos 1980-90 que a releitura foi assimilada como ideia e como referência. Rever não é copiar. Reler é se inspirar, ler novamente em busca do que...